2 de fevereiro de 2013

[Resenha] A culpa é das Estrelas

Sinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar. (Retirada do site: skoob.com.br)



Com toda a certeza do mundo não sou a única a terminar um livro e ficar simplesmente sem palavras para descrever o que acabou de ler. E geralmente, isso acontece quando o livro é bom. E "A culpa das Estrelas" é bom. Incrivelmente bom.

E tive vontade de lê-lo quando vi fotos da minha amiga com ele, fiquei pensando: parece interessante. E depois procurei saber um pouco mais sobre o livro e tudo que conseguia imaginar era "realmente quero lê-lo". Na verdade, foi até engraçado: no dia que saí para comprá-lo, tinha meio que esgotado... O trabalhador precisou subir as escadas e procurar para encontrar um exemplar, sendo que ontem havia uma prateleira cheia dele - só não digo que é azar porque o cara encontrou lá em cima, guardado. 


Enfim, finalmente com o livro em mãos, comecei a folhear e não poderia ter sido mais satisfatório. Para ser bem honesta, no início achei que a história seria algo extremamente simples, basicamente o seguinte: romance entre adolescentes e uma tragédia inevitável. E realmente é basicamente isso. Porém, como todo livro possui surpresas, com "A culpa é das estrelas" não seria diferente, e ao longo das páginas, os pensamentos vão se intensificando, a narrativa fluindo naturalmente e as personagens conquistando você, tanto Augustus Waters quanto Hazel Grace e sinceramente, posso afirmar plenamente: foram um dos melhores protagonistas que já conheci. E sei lá, mesmo vendo tantas pessoas lendo "A Culpa é das Estrelas", não criei uma expectativa muito grande, principalmente pelo começo do livro... Então realmente acabei gostando muito.

Gus conquista realmente todo mundo com o carisma impecável dele e Hazel com a inteligência admirável dela. Além disso, Hazel possui um sonho um tanto quanto diferente e isso foi realmente legal, já que no começo pensei: hm... Meio estranho esse negócio. E depois, quando vi, estava lá torcendo por ela e me decepcionando ou comemorando junto dela. E desejando o mesmo que ela. Foi realmente incrível isso! 

E bom, como a Hazel possui câncer, a família não poderia ficar de fora. E tanto a dela, quanto a do Gus, são famílias incríveis e passaram exatamente o sentimento dos pais nessas situações. E além deles, outra personagem extremamente marcante: Isaac, ele rendeu uma boa comédia para o livro e assim como Gus e Hazel, nos mostrou que se encarar os problemas sem um mínimo de comédia/felicidade, só resta a lamentação e o sofrimento. E é claro, podiam fazer piadinhas e tudo o mais. No entanto, cada pessoa é uma e cada pessoa leva a vida do jeito que dá e em minha humilde opinião, eles escolheram o melhor jeito possível.

Mas, vale lembrar que às vezes não é uma questão de escolha: apenas acontece, como aconteceu com uma das personagens do livro. E caramba, é aquele negócio de você pensar "nunca serei assim" e depois de vários fatos e acontecimentos, e talvez até de necessidades maiores, você acaba ficando "assim". 

"Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais" - Essa é a opinião deixada pelo Markus Zusak e realmente tudo isso acontece... A Culpa é das Estrelas é um banho de sentimentos e reflexões com uma pitada calorosa de comédia e verdades inevitáveis. E se eu quero mais? Sim... E não é mais sobre a Hazel ou sobre o Gus, a história deles finalizou de forma impecável.

Eu quero mais sobre a mãe da Hazel e do Gus.

Sobre o pai da Hazel e do Gus.

Sobre a Monica e suas monificagens.

Eu apenas quero o que a Hazel queria: descobrir um pouco mais sobre cada pessoa que fez parte deste livro. Afinal, sobre ela eu já sei o suficiente.

Provavelmente o final dessa resenha apenas quem leu o livro entenderá. E provavelmente, compartilhará da mesma sensação. 

Enfim, é isso.

Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos.

Aé, o autor colocou o site de uma fundação sem fins lucrativos que ajuda crianças com câncer no final do livro, deem uma conferida, o.k.?: This Star Won't Go Out

O.k.


Beijos e até a próxima! 
Obrigada para quem leu até o final e deixa eu só contar mais uma coisa: eu chorei, ri, me assustei, sonhei... Enfim, realmente viajei lendo o livro. Espero que vocês possam viajar da mesma maneira. E é isso, basicamente... 

31 de janeiro de 2013

O que você está lendo? #2

Bom dia/tarde/noite para todos!
Estou voltando com uma brincadeira antiga para o blog. Porém, super legal. 
A ideia foi realizada pela blogueira Babi Dewet, autora do livro Sábado à Noite. Portanto, caso queira realizar a mesma "brincadeira" no seu blog, deixe os devidos créditos!
Enfim, vamos lá para o pequeno jogo... Quem gosta de frases vai simplesmente adorar: é rápido e fácil.



Pega o livro que você está lendo. Pegou? Okay, agora abra-o na página 53 e comente nesse post com um trecho bem legal dessa página, ou com um que tenha sido marcante para você. Depois, não esqueça de colocar o título do livro, autor e editora! 
- Um acréscimo brilhante à série. Então tá, me diga, o cara das tulipas é um vigarista ou não é? Estou tendo um mau pressentimento com relação a ele.
- Nada de estragar o suspense - eu disse.
- Se ele for qualquer coisa diferente de um completo cavalheiro, vou arrancar os olhos dele fora.
- Então você está gostando do livro.
- Nada de opiniões antes do fim![...]
Livro: A culpa é das estrelas
Editora: Intrínseca

Então gente, é isso...
Agora o resto é com vocês! 
Abram seus livros na página 53 e deixe a frase legal/marcante da página aqui!

Beijos e espero que tenham gostado da minha >< 

29 de janeiro de 2013

A vida de pernas pro ar

Diretor: Roberto Santucci
Elenco: Ingrid Guimarães (Alice), Maria Paula (Marcela), Bruno Gacia (João), Eriberto Leão (Ricardo), Denise Weinberg (Marion), Cristina Pereira (Rosa), Christine Fernandes (Vitória), Luis Miranda (Mano Love), Tatá Werneck
Gênero: comédia
Nacionalidade: Brasil
Sinopse: Alice (Ingrid Guimarães) agora é uma empresária bem-sucedida, que continua trabalhando muito, mas sem deixar de lado o prazer sexual. Ela está bastante atarefada devido à abertura da primeira filial de sua sex shop em Nova York, ao lado da sócia Marcela (Maria Paula). Seu grande objetivo é levar para a América um produto erótico inédito, o que faz com que ela fique bastante estressada. Até que, durante a festa de comemoração pela 100ª loja SexDelícia no Brasil, Alice tem um surto devido ao excesso detrabalho. Ela é internada em um Spa comandado pela rígida Regina (Alice Borges), onde conhece várias pessoas que buscam controlar suas obsessões e ansiedades. (Sinopse retirada do site AdoroCinema)

30 de setembro de 2012

[Resenha] Ela foi até o fim

Sinopse: Lou Calabrese é uma roteirista de sucesso - já escreveu vários roteiros de ação que renderam milhares de dólares de bilheteria e até ganhou um Oscar! O problema é que seu namorado, o grande astro do filme, resolveu deixa-la pela estrela principal, e agora lhe resta provar que conseguirá passar por tudo para esquecê-lo. O que ela não esperava é que esse "tudo" significasse atentados contra a sua vida e sobreviver numa montanha congelada com o homem que mais odeia na face da Terra como único companheiro... Será que ela vai sobreviver a está aventura? E será que, no final, encontrará o verdadeiro amor?






Finalmente eu consegui ler "Ela foi até o fim". Peguei emprestado com uma amiga minha e quando vi, já havia terminado o livro. Eu gostaria de dizer para você, leitor, que "Ela foi até o fim" não é um livro surpreendente. Simplesmente nada ali foi surpresa para mim. Mas, quer saber? O livro me rendeu boas risadas e muitos momentos de fofura. É aquele tipo de livro que você fica rindo sozinha e fica sonhando acordada, só esperando um cara como Jack Townsened (eita sobrenome complicadinho- acho até que escrevi errado) aparecer. Na verdade, não um cara exatamente como ele, mas o cara que você sonha encontrar, haha. 

E vi muitas pessoas falando que não parecia a Meg a escritora do livro. Mas, sei lá, eu li e muitas vezes pensei: só mesmo a Meg para escrever uma cena dessas! Claro que a história aconteceu num ambiente diferente e teve um pouco de ação, mas, ainda sim, eu consegui ver a tão querida e amada Meg entre as palavras. Além de apresentar uma escrita um pouco mais madura - isso se comparar com as outras publicações dela.

Digamos que uma coisa que me atraiu no livro - e sempre me atrai - é a questão do casal se odiar e depois ir surgindo aquele clima atraente e fofo e engraçado que é tipo um dom grandioso da autora. Afinal, quem já leu livros da Cabot várias vezes e vários deles, sabe que ela consegue fazer a gente se apaixonar sempre pelas personagens e pelas histórias, mesmo que simples, mesmo que seguindo uma base parecida. Até porque, tem sempre um elemento X que faz a gente ficar ansiosa por novas páginas e novas aventuras, seja da protagonista ou até mesmo do casal.

Algumas coisas não me agradaram no livro, tais como: pensamentos repetitivos, personagens desinteressantes e uns motivos meio bobos e exagerados.Mas, é claro, algumas me conquistaram em cheio:
Lou Calabrese - aaaaadoro personagens independentes e cheias de si, personagens que sabem o que desejam. E sinceramente, Lou é uma delas. Não sei, a achei determinada e esperta. Realmente bem legal e diferente até
Jack Townsened - O típico personagem sedutor, com aquele sorriso de abalar mil mulheres de uma vez. E achei legal o fato dele ter a mente aberta - À medida que vai conhecendo Lou Calabrese, vai mudando seu conceito sobre roteiristas e tudo mais
Frank Calabrese - um verdadeiro gentleman! Nem preciso dizer mais nada, sinceramente!
Eleanor Townsened - Uma fofa, além de amar cachorrinhos e ser uma mãe cheia de amor para oferecer. É simplesmente diva!

No final das contas, não era sempre assim? Um cara podia estar faminto no meio de uma nevasca, com assassinos perseguindo-o e uma chance de sobrevivência perto de vinte por cento, mas sua preocupação era se uma garota gostava dele ou não.


O que eu posso dizer... Ela foi até o fim não é marcante, pelo menos não no meu caso. Entretanto, é um ótimo livro para passar o tempo e deixar aquela ansiedade, raiva ou qualquer outro sentimento ruim de lado. É bom para esvaziar a mente e relaxar. Uma narrativa leve e atraente! Logo, não recomendo para quem quer um livro cheio de mistérios, capaz de fazer rachar a cuca.

Enfim, é isso aí!
Gostaria de agradecer a todos que não desistiram do meu blog, e vez ou outra entram aqui para ver se publiquei algo, mesmo estando meio raro. Prometo que logo mais o blog voltará a ter postagens - tenho tido várias ideias e várias novidades, só não tenho tido tempo mesmo, hehe!

Beijo grande para todos e um ótimo começo de semana!

6 de julho de 2012

A vida como a conhecemos

Hoje eu coloquei os pés na sala e quase tive vontade de chorar...
Eu sei lá, esse ano estou ficando mais sensível. Tipo, eu odeio ficar na sala de aula e ter que ficar só ouvindo o professor falar (gosto mais de copiar coisas e tals)… e algumas coisas me perturbam dentro da sala, algumas coisas assim como algumas atitudes de certas pessoas (porém, devo acrescentar: até mesmo aquelas pessoas que amamos muito, conseguem nos irritar às vezes. É algo totalmente normal e compreensível. Existem dias que estamos simplesmente de saco cheio de tudo e acabamos explodindo, é algo normal). Mas, hoje, quando eu pisei naquela sala e imaginei que ano que vem seria tudo diferente e não seria mais a mesma turma, mas novas pessoas e algumas não estando mais lá, eu tive vontade de chorar. Porque eu consegui perceber finalmente como eu amo aquela turma. E como estou feliz ali. E saber que ano que vem estarei no terceiro ano (caso tudo der certo)… e saber que certas pessoas terão ido embora… e saber que tenho que tomar minhas decisões e meio que virar adulta… eu não sei se aguento tanta coisa de uma vez! 

Eu não sei… eu estava meio desanimada durante muitos anos… parecia que nada fazia sentido, que tudo que eu estava vivendo era falso e era só questão de sobrevivência. Mas, saber que eu me importo com as “mudanças”, que eu tenho sim, “sentimentos”, além de pensar somente em escola e tals… isso me deixa tão feliz… me faz pensar que eu ainda vivo. E perceber que ano que vem, terei que recomeçar… isso me faz perceber o quanto sinto por perder tudo que finalmente conquistei. 





E me faz perceber que tudo é mais estranho do que eu imaginei. Uma hora você está ali, com todo mundo. E outra hora, você parece estar sem ninguém e com um monte de decisões para tomar… tendo que se basear apenas em pesquisas ou coisas que você realmente não consegue entender… não consegue aceitar… e mesmo assim precisa fazer.

E eu… eu não quero que esse ano acabe, não quero que pessoas vão embora. Mas, tudo isso vai acontecer, e mais uma vez, seguirei em frente… como se nada tivesse acontecido. E eu não sei se isso machuca ou fortalece, eu sei que eu queria simplesmente chorar como um bebê ou falar: “Ei, cara do tempo, será que pode parar o tempo? Pelo menos nesse ano?! Eu simplesmente preciso… preciso aproveitar mais um pouco, será que rola?” Mas o cara do tempo não existe, porque o tempo que a gente inventou, ele passa. E as pessoas que nasceram, vivem suas vidas. E assim o mundo segue. Com despedidas e chegadas. Abraços e adeus. Uma hora você tem a pessoa ao seu lado e uma hora deixa escapá-la. Porque sempre precisamos recomeçar… e sempre precisamos terminar. É um ciclo vicioso, que às vezes, nos favorece e às vezes, nos enfraquece. 

Mas, aprender é algo que sempre estará nesses altos e quedas. E é por isso que dessa vez, eu quero ensinar que por mais que tudo seja tão estranho… tudo seja tão inevitável, nós podemos evitar um certo tipo de sentimento. Podemos evitar o sofrimento… nós não precisamos sofrer. Nós podemos apenas seguir em frente, por isso, se alguém te deixar hoje… amanhã… algum dia… siga em frente. E antes que a perca totalmente, diga o que sempre sentiu. E o que eu tenho a dizer hoje, para cada um dos que foram embora e para cada um dos que estão aqui… é que cada um me marcou. E vão fazer falta. Porque eu tenho uma lembrança, mesmo que mínima, mesmo que ruim, de cada um. Cada detalhe marca o meu coração e cada mancada, seja minha ou da outra pessoa, também fica guardado na minha mente. E eu penso às vezes, que poderia ser diferente…


Talvez eu esteja sendo dramática, mas, hey... a vida é um drama. E também pode ser uma comédia. 

17 de maio de 2012

Agora é a sua vez #1


Desde que criei o Recordando Palavras, vejo outros blogs interagindo entre seus leitores. E eu sempre quis esse tipo de interação... No entanto, nunca soube ao certo como realizá-la. Via milhares de ideias e jeitos. E uma delas, era a entrevista. E eu pensei: "será? Sei lá, muita gente faz isso... queria algo diferente! Mas, então, depois de pensar bastante, finalmente resolvi que seria isso mesmo. Afinal, vivo falando sobre minhas experiências com os mais diversos livros, e perante qual momento surgiu essa minha vontade de ler. Portanto, nada mais justo do que ouvir as experiências dos meus leitores também. Quero saber qual foi o contato de vocês com o primeiro livro, o que fez vocês continuarem no mundo literário. E nada melhor do que sair perguntando não é? 
Por essa razão, abro esse espaço para vocês, leitores. E espero que gostem e divirtam-se. Sempre fui muito fã de entrevistar e de ser entrevistada, então, fiquem a vontade para participar. Basta entrar em contato comigo ou assinar o formulário no final da postagem.

Enfim, o primeiro entrevistado chama-se Vitor e seu blog é o Assista Comigo, no qual ele fala sobre filmes e sempre nos atualiza falando sobre as estreias e dando sua opinião. É um ótimo blog, eu recomendo! Fiquem a vontade para darem uma olhada! De qualquer forma, vamos dar uma conferida  na entrevista agora:

P: Olá Vitor, queria agradecer por participar da coluna. E também dizer que é muito legal saber que será o primeiro entrevistado! Afinal, és meu amigo e também estás sempre presente no blog. Enfim, para começar,eu gostaria de saber: por qual razão você criou um blog?

R: Acho que gosto de expor a minha opinião sobre determinados assuntos, principalmente sobre filmes. Eu não sou nenhum expert em cinema nem nada, mas acho bacana ter meu próprio espaço pra que eu mostre o que penso a respeito das coisas que assisto.

P: Qual o seu livro favorito? Quais motivos o levaram a crer que esse livro é um dos melhores para você?

R: Ah, pergunta fácil. O Iluminado. Eu não sei se ele é um dos melhores pra mim, mas o livro em si me agradou bastante. A história é muito bem bolada e muito bem apresentada para o leitor. Stephen King consegue narrar de uma maneira que nunca havia lido antes os acontecimentos que os Torrance passaram dentro do Hotel Overlook. É simplesmente fantástico.

P: Se tivesse que escrever um livro nesse momento, e tivesse que escolher algum escritor para ter como inspiração, qual escolheria e porquê? 

R: Stephen King. Como já disse antes, ele consegue narrar de um jeito único, ele não faz só com que você entenda a situação pela qual a personagem está envolvida, ele vai bem além. Ele vai fundo na mente dos personagens que ele cria e expõe isso de um jeito muito satisfatório de ler. Além também de gostar dessa parte de terror/suspense, onde na minha opinião, ninguém é melhor que Stephen King.


P: Quais seus hobbys favoritos? 

R: Mexer no computador, ler um livro (atualmente Carrie, a estranha), correr, sair com os amigos e claro, ir ao cinema, sozinho ou acompanhado. :)

P: Qual foi o seu primeiro livro? Ele quem te fez começar a sua jornada como leitor ou teve alguma outra razão?

R: Se não me engano, acho que foi O Ladrão de Raios, da série Percy Jackson e os Olimpianos, se esse não foi o primeiro, foi o que realmente "devorei". Acredito que tenha sido, nunca tinha me envolvido com um livro da maneira que me envolvi com Percy Jackson. Ainda gosto bastante e algumas vezes quando vejo ele na prateleira fico com muita vontade de começar a série inteira de novo. 

P: Quais tipos de personagens te incomodam num livro ou filme? 

R: Essa é um pouco complicada, porque bom ou ruim, legal ou chato, todo personagem foi colocado na história pra alguma função. Mas enfim, não gosto de personagens muito melosos, que acham que são as únicas pessoas que sofrem na Terra, por isso evito esses livros tipo de romance ou alguma coisa que se aproxime muito.

P: Qual o último livro que leu? 

R: Foi A Esperança, da trilogia Jogos Vorazes. Ao contrário de muitos, eu gostei bastante. hehe

P: Qual sua citação favorita? 

R: Gosto bastante dessa, ela se refere especialmente ao Hotel Overlook de O Iluminado, mas é possível associar com outras coisas também. Ela é falada por Tony, amigo imaginário de Danny. "Este lugar desumano cria monstros humanos".

P: Qual livro deixou a desejar?
R: Não que eu tenha odiado, mas me decepcionei bastante com As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeita e o Guarda-roupa. Eu gosto de verdade mesmo de todos os livros das Crônicas de Nárnia, porém acho que esse foi o que menos me agradou, porque tudo acontece muito rápido (principalmente a guerra), tipo, muito rápido mesmo, daí acho que perde um pouco da graça. E eu já tinha assistido ao filme antes de pegar pra ler os livros, então eu pensava que era uma coisa bastante grandiosa, porque a cena no filme é muito boa. 

P: Tem alguma capa de livro que chame sua atenção? 
R: Gosto muito das capas da série Mundo de Tinta (Coração de Tinta, Sangue de Tinta e Morte de Tinta). Acho muito bonito o trabalho com todas aquelas letras com desenhos juntos a elas, e se você ler pelo menos o primeiro, você vê que tem tudo a ver com a história.



P: Muito obrigada pela participação Vitor! Para finalizar, gostaria de saber o que está achando do livro que está lendo atualmente e também para responder o Bate-bola! 
R: Falar sobre Carrie, a Estranha não é difícil. Mas esse livro está me colocando em uma situação bem complicada a respeito de qual livro é o meu favorito: O Iluminado ou esse. Porque é muito bom mesmo. Pra quem não sabe vou contar rapidamente a história. É assim: Carrie sofre humilhação de muitas pessoas na escola e com a mãe, que é uma fanática religiosa, em casa. Só que ela não é comum, ela possui poderes telecinéticos, fazendo que ela consiga mover objetos com a força da mente. Até que uma hora ela se revolta e começa a destruir tudo que está na frente dela, tudo mesmo. Estou gostando muito desse livro. É muito louco o jeito com que Stephen King faz com que você sinta uma pena de verdade da Carrie. Além de claro, seu jeito de narrar estar incrivelmente bom. Mas acho que por enquanto é só isso que posso falar a respeito do livro mesmo.
Ah!, e antes de ir, gostaria de agradecer a oportunidade de ter sido escolhido pra participar dessa nova coluna do seu blog. Ser entrevistado é legal hahahuahau

BATE-BOLA


Nome completo: Vitor de Lima Costa
Data de nascimento: 17/07/1996
Filme favorito: A Origem
Livro favorito: O Iluminado ou (talvez) Carrie, a Estranha
Hobby: Ver filmes
Ator favorito: Atualmente, Robert Downey Jr.
Atriz favorita: Angelina Jolie, sempre :)
Banda favorita: Coldplay
Cor favorita: Azul
Comida favorita: Pìzza



Beijos e até. 
Obrigada para quem leu até aqui! :)

13 de maio de 2012

[Resenha] A Esperança

Sinopse: Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. 
A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. 
O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra? 
Acompanhe Katniss até o fim do thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.



Sabe, "A Esperança" é um livro que eu terminei e simplesmente fico sem saber o que falar. Na verdade, é até complicado falar algo sobre ele sem dar spoilers. No entanto, eu aceito esse desafio. E sabe, até agora estou tentando entender o que aconteceu. Eu realmente não sei se faltou ação... ou se era muita expectativa. 
Os livros anteriores, "Jogos Vorazes" e "Em Chamas", foram livros divinos, de fato. Porém, eu sinto uma pontada de decepção com o último livro da trilogia. E não é por qualquer razão. Além disso, é de se esperar que no último livro existam falhas e escolhas que você teria feito diferente. E se fosse só isso que tivesse me incomodado, tudo bem. Mas, não foi. 
Acredito eu, que Suzanne focou demais nos sentimentos e acabou esquecendo da história em si. Mais para o final, ela resolve tudo de forma tão rápida e sem prolongações, que você fica meio perdido... meio que buscando informações. Tendo que voltar a ler alguns parágrafos para ver se é somente aquilo. E é claro, da mesma forma que os sentimentos trouxeram alguns pontos negativos, os positivos também estão presentes - você consegue entender tudo o que se passa no coração da Katniss, e sofrer junto com ela. E passa também a pensar no lugar dela e somente uma única vez, você pensa: "Hey, a Katniss faria mesmo isso?". 

Outro ponto positivo no livro foi o fato de possuírem ótimas frases de efeito. Afinal, o que não falta é ideia para frases legais numa época como aquela. E as frases da Suzanne... nossa, como elas te fazem pensar, refletir. São realmente ótimas. Eu marcaria simplesmente umas 8 ou 10 frases com o meu post-it (só não marquei porque peguei o livro emprestado).
Mas, ao avaliar o livro no geral, os aspectos negativos são maiores (lembrando que estou julgando apenas "A Esperança", os outros livros foram realmente ótimos!). 
Outra coisa que me incomodou e acho até engraçada: onde ela devia ter colocado mais emoção, dado mais destaque, ela não colocou. Ela focou apenas no interior da Katniss... era Katniss ali e aqui. E sabe, eu amo a protagonista do livro, amo mesmo. E entendo todas as perdas que ela teve e tudo mais, e também vi ela agir durante o livro... Só que, sei lá, parecia que estava faltando Katniss lá. Se formos ver a relação dela com Peeta e Gale, acabamos notando uma falta de amor pelo lado dela. É muito fácil perceber que Peeta e Gale amam a Kat, mas, fica difícil perceber uma certa retribuição por parte dela. É como se ela beijasse quem ela quisesse... beijasse quando ela precisasse, entende? Ou quando Gale/Peeta precisavam de um beijo dela para serem confortados. 
Suzanne tentou encaixar o romance durante o livro, e talvez, naquela situação, um romance não era possível. Tudo aconteceu rápido e ficou forçado demais.

Eu não consegui terminar de ler "A Esperança"  e falar: caramba, essa trilogia fechou com nota 10. Colocaram coisas demais e ao mesmo tempo deixaram coisas para trás, entende? 
E as mortes foram algo de apertar o coração. E eu achei que algumas personagens que foram mortos, merecessem o devido destaque. Sei lá, simplesmente morreram e depois não se falou mais nisso. Foi estranho, eu realmente demorei para acreditar que haviam morrido.
OBS: e de boa, sempre que a coisa ia ficar boa, davam aquela porcaria de morfináceo para tranquilizar as pessoas e tals. Queria ver as coisas pegando fogo, hahahha

E para quem não sabe, eu sou Team Gale... O livro me proporcionou muitos momentos: 'Aaaaaaaaaaaaaawn' e também trouxe raiva. Não sei se era pelo tratamente da Katniss com o Gale e vice-versa ou o ocorrido no final.
Enfim, resumindo: o livro é bom, dá para aproveitar algumas partes, como toda a preparação para o ataque. Aliás, é muito legal ver uma revolução em movimento. Foi legal acompanhá-los se preparando para o ataque e tals. Ah, também dá para ficar triste e tudo mais, no entanto, fica aquela coisa de: "queria que fosse diferente". 

Aé, e apareceram algumas personagens novas. Somente uma eu achei super bacana. Era uma personagem protetora e com atitudes muito legais. Adoraria conhecer alguém daquele jeito (provavelmente vocês vão gostar dessa personagem!).
Deixo aqui umas das citações que mais gostei:
Direi a eles como sobrevivo aos pesadelos. Direi a eles que nas manhãs desagradáveis, é impossível sentir prazer em qualquer coisa que seja, porque temo que essa coisa me possa ser tirada. É quando eu faço uma lista em minha cabeça com todos os atos de bondade que vi alguém realizando. É como um jogo. Repetitivo. Até um pouco entediante após mais de vinte anos.Mas há jogos muito piores do que esse.

E bom, é isso. Sabe, eu realmente queria dar 5 estrelas, mas, ficou faltando algo... sei lá.

Classificação:

Beijos e até a próxima. 
Espero que tenham gostado da resenha.
Não sei se vão concordar comigo e tudo mais. Ah, sei lá... hahaha :)

12 de maio de 2012

[Crítica] The Avengers

Gênero: Ação, Ficção
Ano: 2012
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Distribuidor: Paramount Pictures do Brasil
Idioma: Inglês
Direção: Joss Whedon
Data Lançamento: 27/04/2012
Site: marvel.com/avengers_movie


Sinopse: Marvel Studios apresenta ” Os Vingadores -The Avengers” da Marvel – a equipe formada pelos super-heróis da Marvel, Homem de Ferro, O Incrível Hulk, Thor, Capitão América, Gavião Arqueiro e Viúva Negra. Quando um inesperado inimigo aparece e ameaça a segurança e a tranquilidade do mundo, Nick Fury, diretor da agência internacional de pacificação conhecida como S.H.I.E.L.D, se vê em busca de uma equipe capaz de tirar o mundo da iminência de um desastre. Um ousado recrutamento se inicia por todo o planeta.


Um filme que eu queria muito ver: The Avengers. E hoje, depois de muito tempo, e depois de ouvir tanta gente falando bem do filme, consegui assisti-lo. 
E sabe aquela expectativa que você cria quando ouve tantas pessoas falando bem de alguma coisa? E você espera assistir/ler essa coisa e acabar se decepcionando de tanta expectativa? Então... isso não acontece com "Os vingadores". 
As pessoas falam sobre a qualidade do filme e você simplesmente pode acreditar nelas, porque essa qualidade realmente existe. E ela não está presente apenas nos efeitos especiais. 
Está presente simplesmente em todas as partes do filme: figurino, maquiagem, efeitos especiais, frases de efeito, interpretação dos atores, comédia e todos os ingredientes perfeitos para criar um filme maravilhoso. E é claro... não poderia faltar o clichê, totalmente necessário para histórias sobre heróis. 
Eu diria que o filme prende sua atenção do início ao fim. 




Quando você não está olhando e admirando algum efeito especial, você está rindo. Ou simplesmente encantado com as habilidades dos heróis e desejando ser como eles. 
As personagens que merecem uma atenção especial são:
Hulk (Mark Ruffalo), com seu ar cômico e sua fera interior. Caramba, não tinha uma única cena dele que você não visse e começasse a rir ou falar: "vai Hulk", "você é demais", "desculpa, perdi algumas partes, estava ocupado demais rindo", "oooooh yeeeeah". Ele foi simplesmente perfeito em todas as cenas. E não foi algo forçado... foi tipo, tudo muito natural. Muito do nada. Muito maravilhoso. Eu saí do cinema simplesmente mil vezes mais apaixonada por ele. Para vocês terem noção, as pessoas do cinema começaram a aplaudir o Hulk, de tão fantástico. Simplesmente perfeito.




A outra personagem maravilhosa foi O Homem de Ferro (Robert Downey Jr), que possui uma ironia e um sarcasmo totalmente apimentado, digamos que ele possui um senso de humor maravilhoso. Além disso, possui uma grande tecnologia inserida nele. Seus poderes com efeitos maravilhosos e atitudes de um verdadeiro heroi. 




As outras personagens também tiveram os seus créditos. Afinal, sem a força de vontade e insistência da Viúva Negra (Scarlet Johansson) não teríamos o Hulk. Sem falar que ela estava toda estilosa e estilo power girl no filme. Sem o Capitão América (Chris Evans), não teríamos descoberto a real intenção do Dr. Fury (Samuel L. Jackson). Sem a ajuda do Clint (Jeremy Renner) com sua visão perfeita e mira perfeita (devo ressaltar que o Clint me lembrou a Katniss de Hunger Games com suas flechas) talvez os vingadores não tivessem chegado onde chegaram. E assim vai... cada um teve o seu papel. E também o seu destaque. E Thor, gente, Thor (Chris Hemsworth) estava perfeito. Em aparência, em personalidade, em tudo. Simplesmente divo!


O vilão - não sei se posso dizer quem é, então não vou falar, apesar de descobrirmos logo no início quem é - não era grande coisa. Quer dizer, ele não tinha um motivo certo para tentar acabar com a humanidade. Pelo menos, fiquei com esse sentimento. Tudo que ele queria era um pouco de vingança e também matar por diversão. Mas, ele parecia meio perdido sobre o que fazer. Mesmo assim, ele é bem legal, por causa do ator em si, que possui um ar de vilão e também porque igualmente aos herois, ele consegue fazer você rir. Porém, você não chega a sentir medo dele ou pensar: caramba, ele é durão. OMG! Enfim, digamos que ele é persistente, hahahaha. 


Eu acho que o filme foi perfeito no geral, e por mais que o vilão não seja O vilão, ele apresenta características bacanas.
Recomendo para todos. 


Além disso, preciso contar: não sou daquelas pessoas que saem do cinema e falam "vou assistir outra vez". Entretanto, The Avengers fez eu sair e falar: COM CERTEZA ASSISTIRIA NOVAMENTE. 
Portanto, fica a dica. 


E para encerrar com chave de ouro:


KEEP CALM AND HAVE A HULK.



Classificação:

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Editado por Mayara Trevizani Carneiro (Recordando Palavras)